segunda-feira, 30 de novembro de 2015

"Rainbow Six" e "Xenoblade" marcam o fim dos grandes lançamentos de 2015

Dezembro chegou para encerrar o ano e com ele, os grandes lançamentos do mundo dos games em 2015. Período de festas e reuniões familiares, o último mês do ano traz ainda algumas boas novidades para os amantes dos jogos eletrônicos, com destaque para "Rainbow Six: Siege", "Just Cause 3" e "Xenoblade Chronicles X".
O jogo de tiro "Rainbow Six: Siege" chega para disputar um espaço no concorrido filão dos tiroteios online, ao lado de títulos como "Call of Duty", "Destiny" e "Star Wars: Battlefront", entre outros. O shooter da Ubisoft se diferencia pelo apelo tático e realista de suas partidas, que funcionam como um verdadeiro "polícia e ladrão" moderno.
Em "Rainbow Six: Siege" você controla soldados inspirados nas principais forças policiais do mundo
No game, os jogadores se dividem em times de agentes de forças especiais que devem capturar ou defender objetivos, usando estratégias colaborativas, armamento de ponta e muito sangue frio para superar os adversários. Também é possível jogar de maneira cooperativa, invadindo e dominando cenários ocupados por terroristas implacáveis.
"Rainbow Six: Siege" tem versões para PC, PlayStation 4 e Xbox One.

VEJA O TRAILER DE "XENOBLADE CHRONICLES X" DA E3 2015




RPG cultuado para Wii U
Dirigido por Tetsuya Takahashi, de "Xenogears", "Xenoblade Chronicles X" é um enorme RPG de mundo aberto que dará aos jogadores a liberdade de explorar o mundo a pé ou dentro de um robô voador gigante.
O título se passa no ano de 2054, quando duas raças de alienígenas se enfrentam no espaço próximo da Terra e acabam causando danos ao planeta. Ameaçados de extinção, os humanos são obrigados a evacuar seu lar em enormes naves rumo a novos planetas.
"Xenoblade Chronicles X" é exclusivo para Wii U.
Zoeira sem limites
Outro grande lançamento de dezembro é "Just Cause 3", jogo da Avalanche Studios (de "Mad Max") para PC, PS4 e Xbox One. O game de mundo aberto se passa inteiramente em uma enorme ilha tropical controlada por um ditador que aspira ao domínio mundial. O game marca o retorno de Rico Rodriguez, o herói sem limites que tenta derrubar o regime ditatorial utilizando um paraquedas e ganchos como suas principais armas.
Em "Just Cause 3" você pode pilotar praticamente qualquer veículo e, com usos inventivos para os ganchos do protagonista, causar grandes confusões e muitas explosões - todo o cenário é destrutível e pode ser  usado por Rico como uma arma para provocar o caos e derrubar o infame ditador.
No Brasil, "Just Cause 3" conta com dublagem, legendas e menus em português.
 Veja a seguir os principais lançamentos de dezembro:

01/12
. Kung Fu Panda: Showdown of Legendary Legends (3DS, PS3, PS4, Wii U, X360, XBO)
. Just Cause 3 (PC, PS4, XBO)
. Rainbow Six: Siege (PC, PS4, XBO)
. Xenoblade Chronicles X (Wii U)
02/12
. Chivalry: Medieval Warfare (PS4, XBO)
03/12
. Civilization Revolution 2 Plus (PS Vita)
. Dementium Remastered (3DS)
. Dragon Quest Heroes (PC)
07/12
. Helldivers (PC)
08/12
. Earth Defende Force 2: Invaders from Planet Space (PS Vita)
. The Sims 4: Get Togheter (PC)
. Earth Defense Force 4.1: The Shadow of New Dispair (PS4)
10/12
. Lightning Returns: Final Fantasy XIII (PC)
11/12
. Devil's Third
22/12
. The Legend of Heroes: Trails of Cold Steel (PS3, PS Vita)


Fonte/Crédito: Uol Jogos http://jogos.uol.com.br/ultimas-noticias/2015/11/30/programe-se-dezembro-traz-rainbow-six-e-xenoblade-veja-lancamentos.htm

Counter-Strike :INTZ contrata Cogu e faz seleção de jogadores

Organização planeja ser uma das melhores do mundo
INTZ pretende aumentar seu leque de times de eSports - a organização anuciou que fará uma seletiva para a criação de uma equipe de Counter-Strike: Global Offensive.
A peneira selecionará apenas quatro jogadores, já que o cyberatleta Raphael "Cogu" Camargo, considerado pela comunidade como uma das grandes lendas do CS:GO brasileiro, está de volta à competições e foi o primeiro contratado pelos intrépidos.
Segundo o anúncio da organização, a missão é se tornar a melhor lineup do Brasil. Para tal, eles estarão oferecendo os seguintes benefícios aos jogadores que conseguirem se classificar e entrar para o time:
- Equipamentos gamer Cougar
- Vestuário completo
- Ajuda de custo mensal
- Cobertura de todos os gastos para competir
- Training Center fixo para eventos importantes no Complexo INTZ
- Staff completa de 15 pessoas com nutricionista, psicólogo, personal marketing, entre outros
Isso acontecerá enquanto a equipe ainda estiver em fase de preparação. Após isso, a organização pretende entrar a nível mundial no FPS, oferecendo salário mensal, uma Gaming House nos Estados Unidos, operação de suporte nas Américas e Europa, entre outros benefícios.
Os requisitos para tal é ser maior de idade ou ao menos completar 18 anos até o final do ano, ter disponibilidade de segunda-feira a sexta-feira das 10h às 19h e poder viajar pelo Brasil e exterior. Além disso, morar em São Paulo ou ter disponibilidade imediata para se mudar é também necessário, além de ter ao mínimo 3 anos de experiência jogando CS:GO
Você vai ficar de fora desta oportunidade única? Inscreva-se emINTZ.Club/CSGO e ‪#‎GoINTZ‬

Fonte/Crédito:Omelete/INTZ

O que o pôquer pode ensinar aos eSports

Os esportes eletrônicos ainda possuem um longo caminho para a aceitação e o jogo de cartas pode - e muito - auxiliar nesse quesito
A relação entre pôquer e eSports pode não ser óbvia para algumas pessoas, mas existe e é ainda mais próxima do que se pode imaginar. O jogo de cartas, hoje considerado esporte, já passou pelos mesmos problemas que os esportes eletrônicos enfrentam atualmente - desde preconceito até questões de regulamentação. Ainda há muito a se aprender com esse tipo de experiência.
Não é difícil encontrar matérias sensacionalistas sobre como os videogames podem ser prejudiciais à formação da juventude ou como o estilo de vida de pessoas que jogam diariamente traz um alto nível de sedentarismo. O pôquer já passou por esse tipo de discriminação ao ser diversas vezes retratado como um jogo de azar, principalmente no Brasil, um dos poucos países no mundo onde cassinos são ilegais.
As pessoas acreditavam que o pôquer era uma atividade ilícita. Não havia uma legislação sobre isso. O jogo sofria muito preconceito por conta do cinema, da música e de outras artes que sempre o retratavam de forma pouco profissional. Com a explosão do pôquer no mundo, o aumento das premiações dos campeonatos e a exposição na TV, as pessoas começaram a mudar sua noção”, diz Sergio Prado, comentarista da ESPN e especialista na área.
A clássica retratação do pôquer, com seis homens bebendo e fumando num ambiente fechado e mal iluminado, foi por água abaixo quando a modalidade cresceu mundialmente. Muitas vezes, a concepção leiga sobre os eSports é tão pejorativa quanto: cinco adolescentes sentados no computador jogando sem parar e não praticando nenhuma outra atividade o dia inteiro. Sabemos que é muito mais que isso.
Sergio Prado, especialista em pôquer
Sergio Prado, especialista em pôquer
 
Agora, temos uma competição na qual é proibido fumar e beber. É um negócio disciplinado. Temos federações e estamos transformando o pôquer em algo organizado. OMinistério do Esporte e o Comitê Olímpico Internacional o reconheceram como esporte. Nós mostramos os vários estudos e laudos, isso ajudou bastante”, completa Prado.
O pôquer é considerado um esporte da mente, uma categoria que se assemelha em diversos pontos com os esportes eletrônicos. Para prado, o jogo de cartas e os eSports deveriam estar na mesma categoria. “O esporte é sempre associado com a atividade física: se você não está suando ou fazendo um exercício muito claro, não é esporte. Mas a hora que seu cérebro está ali, durante 12 horas pensando, concentrando e fazendo cálculo, com a adrenalina bombando no momento que você está dando um blefe e o coração parece que vai sair pela boca - é diferente, mas existe esforço nisso também”, constata o especialista.
Assim como no pôquer, os cyberatletas precisam de um preparo psicológico e físico. A estafa mental e o estresse de estar em uma competição - no caso dos eSports, intensificado pela presença maciça do público - podem nem ser o pior problema dos jogadores, que muitas vezes enfrentam diversos tipos de lesões pelos esforços realizados. Em situações críticas, eles precisam inclusive se aposentar.
O mesmo caminho a ser trilhado
A briga para o reconhecimento dos eSports como esporte ainda está no começo, mas pode seguir um caminho similar ao do pôquer. O jogo de cartas começou a surgir verdadeiramente no Brasil em meados de 2005 e só recentemente iniciou seu processo de regulamentação. “Ainda não existe uma legislação que fale ‘jogador, você vai no torneio e vai recolher o imposto X’. Já existe o imposto de renda, mas ainda não é nada que torna o esporte 100% regularizado. Quando isso acontecer, deve acabar o preconceito”, prevê Prado.
Se ainda existem empecilhos mesmo após dez anos de presença do pôquer no país, é natural que a aceitação dos esportes eletrônicos seja igualmente conturbada. Ainda que existam torneios profissionais no país há uma década, só agora o governo brasileiro procurou a Federação Brasileira de Pôquerpara conversar sobre regulamentação e leis. Enquanto isso, a noção de eSport como uma atividade esportiva ainda é debatida mundialmente.
Apesar das dificuldades e da aparente lentidão de um reconhecimento oficial, os esportes eletrônicos andam em ascensão e devem crescer de forma mais acelerada do que se pode imaginar. Muitos países já dão a merecida atenção para o cenário e é necessário também levar em consideração a questão da mudança de gerações.
A geração que vem agora já não tem esse preconceito. Por exemplo, tem uma molecada de 15, 18, 19 anos que cresceu vendo pôquer na ESPN - é natural, já entra na internet e vê ali, então eles não tem esse preconceito. Com essa alternância de gerações, isso vai logo acabar”, afirma Sergio Prado.
Boa parte da aceitação do pôquer como esporte está relacionada a sua exposição positiva em mídias tradicionais como a televisão. Entretanto, os eSports crescem em um momento no qual a TV já não tem mais o mesmo poder de convencimento. Os jovens já trocam o televisor pelo PC há algum tempo: um estudo requisitado pela Defy Media revela que a geração Z (pessoas nascidas entre 1992 e 2010) passa mais de 22 horas por semana assistindo conteúdo online. Dessa forma, o caminho de reconhecimento dos eSports pode nem passar para as redes televisivas, pois o próprio público está mudando seus comportamentos.

Fonte/Crédito:Omelete http://omelete.uol.com.br/esports/artigo/o-que-o-poquer-pode-ensinar-aos-esports/ 


domingo, 29 de novembro de 2015

2 anos de Playstation 4 e Xbox One: qual vale a pena comprar?

O Playstation 4 e o Xbox One completam dois anos de lançamento nesta semana. Desde novembro de 2013, quando chegaram às lojas, centenas de jogos foram lançados, novas interfaces foram disponibilizadas, serviços foram implementados e ambos os consoles têm oferecido cada vez mais funcionalidades para atrair o máximo de consumidores possível.
Por isso, se você está em dúvida entre qual dos dois consoles comprar, elaboramos um guia que serve de referência para ajudar você a se decidir. Não se trata de uma matéria que decide qual é o melhor entre os dois aparelhos. A ideia é reforçar os pontos positivos e os diferenciais mais significativos de cada um deles, sempre tentando contrapor com os negativos, quando existirem e forem válidas as respectivas citações.
O que é aquilo que é o mais importante em qualquer plataforma? Jogos, é claro. Os exclusivos são os elementos básicos que diferenciam um videogame de outro no sentido mais puro da coisa. São as justificativas máximas para optar pela compra de um aparelho ou de outro. Já os multiplataforma garantem a variedade da biblioteca do videogame.
Vamos a algumas das melhores ofertas para Playstation 4 e Xbox One até agora, separando exemplos por jogos exclusivos e multiplataforma.
"Bloodborne" é dos mesmos criadores da franquia "Dark Souls". O que isso significa? Que o jogo apresenta uma aventura com dificuldade impiedosa, recheada de armadilhas e inimigos de diversos tipos que, mesmo nas suas formas mais básicas, podem agir como típicos chefes de fase. Tudo por conta do altíssimo desafio. O game ainda guarda muitos segredos para desvendar, labirintos para explorar e batalhas épicas contra os mestres. Paciência e dedicação são requisitos mínimos para se dar bem nesta aventura sem volta


"Infamous: Second Son" apresenta um novo protagonista à franquia: sai o carismático Cole McGrath e chega o juvenil Delsin Rowe. Mas essa parte não é a melhor do jogo, que fica para os gráficos com efeitos de textura, de luz e de partículas lindíssimos. A jogabilidade é em mundo aberto, em que o jogador precisa dominar certas áreas do mapa para progredir, além de cumprir uma série de missões paralelas para ganhar pontos e evoluir os poderes do herói, baseados em fumaça e neon.
"DriveClub" teve um lançamento rodeado de problemas. Depois de muitos ajustes e atualizações, hoje funciona melhor do que o encomendado: o game de corrida arcade traz os melhores efeitos climáticos dinâmicos já produzidos em um jogo do gênero, além de ótima variedade de pistas, carros e um modo carreira recheado de objetivos dos mais diferentes tipos. Elementos sociais de interação online ainda colocam os jogadores para competirem pelos melhores placares durante as disputas. E o multiplayer online é tão desafiador e completo quanto a parte offline.  


É inverno e a neve cai forte. 8 adolescentes resolvem passar férias numa montanha que parece estar desabitada há anos. Uns se perdem pelos matagais, outros desaparecem subitamente enquanto alguns morrem. Os amigos que sobreviverem resolvem buscar respostas e acabam esbarrando com um serial killer que ronda pelo local. A ambientação preza pelo mistério e pelos sustos, além de causar medo em alguns momentos. A jogabilidade remete a comandos de QTE e interação direta com objetos para solucionar quebra-cabeças. "Until Dawn" é para ser jogado com luz apagada e com bons fones de ouvido. 



"Resogun" é um típico jogo indie de navinha. Inspirado nos clássicos do gênero dos anos 80/90, a mecânica acontece em progressão lateral, em que o jogador atira, usa especiais, explosivos e precisa derrotar tudo o que se mexer nos arredores. O jogo apresenta gráficos recheados de efeitos de partículas e de luz muito bonitos. O desafio é acima da média e a trilha sonora agitada completam o pacote, que ainda permite jogar com mais um amigo online, garantindo a diversão geral.    
  • FUTUROS EXCLUSIVOS
E o que vem de jogos exclusivos nos próximos anos? A partir de 2016, o PS4 terá como destaques games do naipe de "Uncharted 4: Among Thieves", "Horizon: Zero Dawn", "Street Fighter V", "The Last Guardian", "Detroit: Become Human", "No Man's Sky", "Gran Turismo Sport", "Persona 5", "Ratchet & Clank", "Final Fantasy VII Remake" e "Shenmue 3".






"Halo 5: Guardians" é simplesmente o maior lançamento do Xbox One em 2015. Tanto que o título bateu o recorde de arrecadação de lançamento da franquia e catapultou as vendas do console nos Estados Unidos em outubro. A nova aventura de Master Chief, que agora também aborda a jornada épica de Spartan Locke e pode ser jogada cooperativamente entre até 4 jogadores, chegou acompanhado de tiroteios sólidos, gráficos de ponta e o mais completo multiplayer online já desenvolvido para um jogo da franquia.

"Forza Motorsport 6" é o jogo de corrida mais importante do console também é o que tem a maior quantidade de atrativos: são mais de 460 carros26 pistas, incluindo uma no Rio de Janeiro, além dos gráficos sensacionais, que são bastante realistas e entregam efeitos dinâmicos de clima bem convincentes. Há centenas de opções de customização dos veículos e um robusto multiplayer online para proporcionar corridas bem desafiantes. É o simulador mais completo entre os jogos de corrida nos consoles.  
"Sunset Overdrive" é um jogo em mundo aberto que usa a temática manjada de zumbis para apresentar uma proposta mais colorida, repleta de armas malucas e inimigos bizarros para derrotar. E consegue facilmente divertir logo nos primeiros minutos. A mecânica de ação permite exploração e tiroteios empolgantes com os mais diferentes e criativos tipos de recursos, deixando a experiência sempre renovada e empolgante. Além dos belos gráficos, as dublagens são exemplo do que há de melhor no mercado brasileiro de games.


A exclusividade temporária de "Rise of the Tomb Raider" não anula o fato de que, por enquanto, apenas quem tem Xbox One pode jogar o game - a galera do PS4 tem que esperar pelo menos um ano para jogar. Na aventura, Lara Croft segue pistas deixadas pelo seu pai na busca de um artefato milenar que, segundo a lenda, pode conferir a imortalidade. Trechos de exploração se misturam com tiroteios e caçadas a animais selvagens, além de tumbas desafiantes e cenários paradisíacos.

"Ori And The Blind Forest" é um dos jogos indies mais completos já produzidos. Tudo funciona do jeito que se espera de um clássico instantâneo: gráficos artísticos lindíssimos, trilha sonora envolvente, história imersiva com personagens cativantes, design de fases inteligente, quebra-cabeças contextualizados com a temática, sistema de níveis bem casado com a evolução do personagem e dificuldade acima da média. A aventura é inesquecível e imperdível. 
  • FUTUROS EXCLUSIVOS
Xbox One também estará bem abastecido com jogos que chegam a partir de 2016. Alguns dos game mais aguardados são "Quantum Break", "Gears of War 4", "Scalebound", "Crackdown 3", "ReCore", "Sea of Thieves", "Killer Instinct Season 3", "Halo: Wars 2" "Fable Legends", "Phantom Dust" e "Cuphead".





Nem só de games exclusivos vive uma plataforma. Se fosse assim, cada videogame teria bem poucos títulos disponíveis. Tanto o Playstation 4 quanto o Xbox One têm uma avalanche de excelentes jogos multiplataforma, que expandem em muito e complementam a experiência do pacote como um todo. É coerente destacar que a maioria destes jogos costuma ter desempenho gráfico superior no console da Sony, mas o da Microsoft fica pouca coisa atrás, apresentando leves perdas de resolução e/ou de quadros por segundo. Abaixo estão exemplos de jogos multiplataforma obrigatórios em ambos os sistemas.
Uma das experiências de RPG mais completas lançadas recentemente, "The Witcher III: Wild Hunt" é facilmente candidato a melhor jogo de 2015. Tudo no game funciona da forma que se espera de um jogo eletrônico para ser marcante, envolvente e divertido. A história, os personagens carismáticos, as dezenas de missões paralelas, o mapa grandioso para explorar, o robusto sistema de evolução e de fabricação de itens, os gráficos lindíssimos, a trilha sonora épica e o desafio constante rendem várias centenas de horas de jogatina. 


"Batman: Arkham Knight" fecha com maestria a épica saga do Homem-Morcego nos jogos eletrônicos. Batman enfrenta seus piores pesadelos e, deste vez, pode livremente controlar o Batmóvel por Gotham City na caça aos capangas e criminosos mais letais. O mapa do game guarda segredos muito bem escondidos, traz dezenas de missões extras para completar, enigmas para resolver e o sistema de combate ficou ainda mais dinâmico e funcional do que antes, tudo por conta dos ataques combinados entre diferentes personagens.  


O último jogo de Hideo Kojima pela Konami é também o que apresenta a melhor mecânica de espionagem já desenvolvida para um game. Você realmente se sente um agente secreto no comando de um super soldado que tem as melhores tecnologias em mãos para fazer o que quiser. Os mapas para explorar são grandiosos, você pode realizar qualquer missão da maneira que desejar e ainda pode construir e gerenciar sua própria base militar. É diversão para mais de centenas de horas sem cansar.

É importante conhecer as funcionalidades exclusivas de cada plataforma. Esses recursos, podendo ser nativos de fábrica ou implementados com o tempo, ajudam a diferenciar uma experiência de outra em termos de acessibilidade, usabilidade, integração entre sistemas do mesmo ecossistema, interação com outros usuários e mobilidade de conteúdos. Abaixo estão as principais funcionalidades exclusivas disponíveis no Playstation 4 e no Xbox One.  
OBS: Também existem funções muito bacanas que são comuns aos dois consoles. São elas: tirar screenshots, gravar e editar vídeos a qualquer momento e compartilhá-los nas redes sociais; transmitir partidas diretamente no YouTube ou Twitch; e usar seu smartphone como segunda tela para acompanhar estatísticas de jogo ou simplesmente ver seu próprio perfil e enviar mensagens de texto ou áudio.
  • Remote Play
Remote Play é uma funcionalidade que permite jogar remotamente os games da plataforma principal em outro dispositivo eletrônico. É possível jogar os games do Playstation 4 no portátil Playstation Vita ou em smartphones e tablets da Sony das linhas Xperia Z2 e Z3 (sistema operacional Android). Além de desocupar a principal TV da casa, o recurso permite ao usuário jogar seus games do console aonde quiser, desde que os dois aparelhos estejam conectados à internet. 


Tudo depende das velocidades de conexão de internet em que o videogame e usuário estão localizados. Se for num mesma rede local, o serviço funciona sem falhas de comunicação, mesmo que a velocidade da internet não seja das melhores. Se for num ambiente externo, é preciso estar conectado a uma internet com taxa de download alta, além de assegurar que a conexão de internet onde o PS4 está localizado também tenha alta taxa de upload.
  • Share Play
O Share Play (Compartilhar Jogada) é um recurso que dá aos usuários do Playstation 4 a oportunidade de participar ou de deixar qualquer outro jogador do console participar do seu jogo. Pode ser apenas assistindo, assumindo o controle ou jogando algum multiplayer online. É como se fosse passar o controle para um amigo na clássica jogatina de sofá, ou jogar junto algum trecho em cooperativo, mas agora tudo acontece via internet.


A funcionalidade está disponível em todos os jogos do videogame e tem duração máxima de 1h por partida - tempo suficiente para experimentar algum jogo ou ajudar algum amigo numa situação mais complicada. O requisito máximo para usar o recurso é que o jogador que inicia o Share Play (o anfitrião) e o que recebe a função (o visitante) precisam ser assinantes da Playstation Plus (detalhes no tópico seguinte), além do anfitrião ser o único obrigado a possuir uma cópia oficial do game compartilhado.


 

  • Interface reformulada
Da lentidão e da bagunça generalizada da versão anterior, a nova interface do Xbox One impressiona pela agilidade de funcionamento, pela rapidez com que carrega e pela objetividade de se encontrar exatamente o que se deseja. É uma reformulação extremamente bem-vinda, com ícones melhor distribuídos e abas horizontais e verticais que combinam opções dinâmicas para garantir um passeio suave pelo sistema do console.


Funções primordiais, como acessar o próprio perfil de jogador, interagir com amigos, iniciar grupos de conversa ou de preparação para jogatina online, ver progresso das conquistas, capturas de tela ou de videos, que antes ficavam espalhados por vários pontos da interface, gerando confusão e cansaço, agora foram centralizados num único lugar e estão ao alcance de um simples apertar de botão. Tudo está bem mais prático e combina totalmente com a integração do Windows 10 ao sistema.  
  • Retrocompatibilidade
 Uma das funcionalidades mais bacanas incorporadas as Xbox One com a chegada da nova interface é a retrocompatibilidade do console com jogos lançados originalmente no Xbox 360. Inicialmente, são 104 games compatíveis do videogame antigo que funcionam perfeitamente no console da nova geração. Novos títulos serão adicionados com o tempo, aumentando exponencialmente a biblioteca de jogos disponíveis no XOne.




Não é cobrado nenhum custo adicional para aproveitá-los, bastando ao jogador apenas já ter tido uma cópia digital ou física para poder jogá-los novamente (ou comprá-lo pela primeira vez). É possível resgatar seu save e continuar a aventura de onde parou, jogar multiplayer online entre as duas plataformas (assinatura Ouro da Xbox Live é obrigatório), intercambiar conquistas e usar todas as funções do novo console, como tirar screenshots ou compartilhar vídeos, como se fosse um jogo nativo do sistema. É um diferencial e tanto, já que o PS4 aposta nas remasterizações.  
  • HD Externo
Usar um HD externo para levar seus conteúdos para qualquer lugar é uma funcionalidade comum em muitos eletrônicos hoje em dia. Comparado ao PS4, o Xbox One é o único que oferece suporte à instalação de games em um HD externo e permite jogá-los em outro Xbox One. É um recurso muito mais intuitivo, vantajoso e prático do que simplesmente trocar o HD interno do console, algo muito trabalhoso, cansativo e nada recomendado.


O legal de ter a opção do HD externo para carregar seus jogos com você é que o dispositivo também serve para armazenamento de saves e outros tipos de conteúdos multimídia. E tudo também pode ser usado em outro Xbox One. Basta apenas logar na Xbox Live no console de destino e reativar todas as licenças de uso sobre esses conteúdos transportados para poder curtir sem problema algum.
  • Streaming para PC
Uma outra função exclusiva do Xbox One é a possibilidade de fazer streaming de games do console para PC (Windows 10). Tanto o console quanto o computador precisam estar não apenas conectados na mesma rede local de internet para o recurso funcionar, como também logados simultaneamente com uma mesma conta da Xbox Live.
Além disso, a aquisição do console é obrigatória, pois os jogos não estão rodando nativamente no computador, mas no videogame. É possível jogar em qualidade alta, embora possam haver perdas de desempenho gráfico e alguns atrasos na resposta dos comandos. Pelo menos é uma função que desocupa a TV principal da casa e o usuário pode continuar jogando sem qualquer tipo de problema.     

Playstation 4 e Xbox One também possuem serviços extras que agregam motivos adicionais para escolher entre uma plataforma ou outra. Geralmente, são serviços por assinatura que disponibilizam conteúdos exclusivos para cada um deles, variando em preços, políticas de uso, tipos e quantidade de conteúdos oferecidos.  
OBS: Os dois consoles também disponibilizam uma infinidade de conteúdos multimídia, como filmes, músicas, séries, esportes, animes, programas de TV e entretenimento em geral. Tudo é acessado através de aplicativos para cada tipo de conteúdo. Os mais populares em ambas as plataformas são o Netflix, o Spotify, o YouTube, o HBO GO e o Crunchyroll.  
Abaixo estão os principais serviços extras disponíveis nos videogames. 
  • Playstation Plus


É um serviço por assinatura que cobre todas as plataformas do ecossistema Playstation (Playstation 4Playstation 3 e Playstation Vita) e oferece aos usuários uma série de benefícios e funcionalidades complementares. São eles: o programa Instant Game Collection, que disponibiliza entre 2 e 6 jogos mensais para baixar sem custo adicional, armazenamento de saves na nuvem para até 10GB de dados, atualizações automáticas de sistema e descontos extras em promoções semanais e mensais. 



No PS4, é obrigatório assinar a Playstation Plus para poder jogar online, diferentemente do que acontecia no PS3. Além disso, é obrigatório manter a assinatura em dia para continuar usufruindo desses serviços, inclusive os jogos "gratuitos" já baixados para o videogame. Se a assinatura expirar, o jogador perde acesso a tudo, precisando renová-la para voltar a acessá-los. O preço brasileiro da assinatura mensal é de R$20, enquanto a anual fica por R$100.    

  • Xbox Live Ouro
É um serviço por assinatura que cobre todas as plataformas do ecossistema do Xbox (Xbox 360 e Xbox One), e oferece aos usuários uma série de benefícios e funcionalidades complementares. São eles: o programa Games With Gold, que disponibiliza entre 2 e 4 jogos mensais para baixar sem custo adicional, descontos exclusivos em promoções semanais e mensais e acesso ao multiplayer online com suporte a mais de 300 mil servidores dedicados.



No XOne, é obrigatório assinar a Xbox Live Ouro para poder jogar online, da mesma forma como acontecia no X360. Além disso, é essencial manter a assinatura em dia para continuar jogando pela internet com os amigos, mas não para os jogos baixados, que continuam ativos e funcionando normalmente mesmo se a assinatura expirar - o usuário não perde o acesso. O preço brasileiro da assinatura mensal é de R$20, enquanto a anual fica por R$120
  • EA Access
Um outro serviço por assinatura, mas agora voltado aos games da Electronic Arts. Os assinantes podem baixar games completos no programa The Vault sem custo adicional, criando uma biblioteca adicional de títulos. O catálogo de jogos, embora não tenha uma periodicidade definida de atualização, é permanente, ou seja, uma vez disponível pela "gratuidade", o jogo não sai da listagem oficial.



Alguns dos jogos disponíveis neste momento são "Battlefield 4", "Dragon Age Inquisition", "FIFA 15", "Plants VS Zombies: Garden Warfare" Os usuários também recebem descontos de 10% em promoções exclusivas e acesso antecipado a jogos, por tempo limitado, antes do lançamento oficial. Se optar pela compra do game testado, o progresso e as estatísticas são mantidos na versão completa. O preço da assinatura é de R$10 mensais ou R$59 anuais.  




E o que preparam Playstation 4 Xbox One quando o assunto é inovações tecnológicas? Resposta: a disputa no futuro pela disponibilização dos melhores recursos ficará entre Realidade Virtual (Sony) e Realidade Aumentada (Microsoft), ambas tendências da indústria do entretenimento que têm encontrado cada vez mais espaço nos jogos eletrônicos. Tudo para deixar o jogador cada vez mais imerso na experiência, jogando mais e se divertindo mais.   
  • Playstation VR 
Antes conhecido como Project Morpheus, o Playstation VR é o dispositivo de realidade virtual da Sony para o PS4. A promessa é entregar experiências imersivas em jogos dos mais variados gêneros. Tudo acontece através do óculos especial do acessório, que transporta o jogador para dentro de cada jogo, simulando os ambientes, a parte sonora e a interação com os objetos. Alguns games vão usar o Playstation Move como controle opcional.


O Playstation VR tem previsão de lançamento para o primeiro semestre de 2016. O preço ainda não foi definido, mas o valor será correspondente ao de um novo videogame. Quanto aos primeiros games, entre os já confirmados estão "Final Fantasy XIV", "Tekken 7", "Until Dawn: Rush of Blood", "Rigs" e "Robinson: The Journey". Além disso, mais de 200 desenvolvedorestrabalham atualmente em títulos futuros para o dispositivo.  
  • HoloLens 
HoloLens é a aposta máxima da Microsoft para a tecnologia da Realidade Aumentada para simular Hologramas. A promessa é entregar experiências simultaneamente imersivas e interativas. Será possível criar mundos inteiros e interagir com objetos numa camada de imagem que pode ser transportada para qualquer superfície.




O HoloLens não irá funcionar apenas com games ("Minecraft", por exemplo), mas com toda uma variedade de aplicativos, programas de computador e tarefas virtuais do dia a dia, que serão reproduzidas pelos óculos do dispositivo. Não será necessário ter um computador ou um smartphone para usar o acessório. Não há uma data de lançamento e nem preço estimados. 
Um dos assuntos mais delicados quando duas coisas são comparadas é o preço. Tanto o Playstation 4 quanto o Xbox Onetêm preços variados e versões diferenciadas para cada perfil de jogador. É recomendado avaliar cada uma das possibilidades para fazer o melhor gasto possível do seu dinheiro, sempre levando em contra as prioridades de cada pacote. 
fabricação do Playstation 4 no Brasil desde meados deste ano fez o preço do console cair dos polêmicos R$4 mil inicias para os atuais R$2.600. O console é vendido no país numa única edição básica, com 500GB de disco rígido e um controle DualShock 4. Não há pacotes com jogos embutidos ou versões customizadas de franquias consagradas.
E os preços dos jogos? Os valores variam entre R$180 e R$250, dependendo da publisher que distribui e assessora a produtora do game no Brasil. Esse intervalo de preço também só é válido as versões comuns, em formato físico ou digital, e sem contar edições especiais com conteúdos extras ou as caríssimas edições de colecionador, que podem passar facilmente dos R$600.  
Fabricado no Brasil desde o lançamento, o Xbox One chegou ao país custando R$2.300 e atualmente é vendido por R$2.500. Esse valor oficial se refere à versão mais básica do console, com 500GB de disco rígidoum controle e sem Kinect incluso - o acessório deixou de ser obrigatório no ano passado.  
Mas o videogame também pode ser encontrado em outras duas versões: uma com 1TB de HD e sem Kinect, que custa R$2.899; e um terceiro modelo, com 500GB de HD e com Kinect, que sai por R$2.999. Além disso, estão previstos pacotes com jogos embutidos e com o controle Elite, mas quais games serão, os preços e as datas de lançamento ainda não foram divulgados.

Diante de tudo o que foi exposto, caso ainda esteja indeciso quanto à compra do Playstation 4 ou do Xbox One, ainda temos umas dicas finais para ajudar você.  Primeiramente, escolha o console cujas franquias ou jogos exclusivos mais combinam com seu gosto pessoal. Pesquise também sobre os futuros lançamentos, pois a relação custo-benefício a longo prazo é também muito importante.
Depois, atente-se às funções e serviços adicionais em que acredita que vai mais usar na experiência como todo, dando preferência à plataforma que oferece a maior variedade de opções. Por fim, combine todos os elementos e contrabalanceie os preços de tudo, considerando versões mais básicas e completas, os serviços por assinatura e possíveis acessórios, sempre baseado no quanto você pode gastar.
Quando fizer isso na ponta do lápis, estará mais próximo da reposta final. Você ainda pode, é claro, optar pela compra dos dois videogames, aproveitando os diferenciais e o que há de melhor neles, resultando na experiência mais completa possível. Ou, ainda, por nenhum deles, buscando entretenimento com games em outras plataformas: no final das contas, o que vale mesmo é simplesmente se divertir, independente da plataforma.

Fonte/Créditos:Adrenaline

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